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Poluição Atmosférica Qualidade do ar

Prof. Dr. György Miklós Böhm

As autoridades de um país (em nosso caso, o Estado) determinam as Padrões de Qualidade que deverá ter o ar que seus habitantes respiram. Os valores são expressos por uma Lei, em massa de substância por metro cúbico, durante um determinado tempo, acompanhado pela tolerância anual.

Exemplificando: no Estado de São Paulo (Lei 997) o monóxido de carbono não deve ultrapassar 40 mg/m3, valor médio de uma hora, mais do que uma vez por ano; o dióxido de enxofre não deve ultrapassar 0,365 mg/m3, valor médio de vinte e quatro horas, mais de uma vez ao ano; e assim por diante para óxidos de nitrogênio, ozônio, material particulado e demais poluentes.

Do mesmo modo, são estabelecidos valores para episódios críticos e que permitem classificar a cada momento a qualidade do ar em Boa, Aceitável, Inadequada, Ruim, Péssima e Crítica. É essa informação que a população pode ler nos relógios da CETESB.

O importante é não confundir estes padrões de qualidade do ar, estabelecidos para "céu aberto", com limites de tolerância destes mesmos gases, que são as concentrações deles em ambientes fechados, compatíveis, por Lei, com jornadas de trabalho de 8 horas por dia e 5 dias por semana.

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